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Bicho de pé (Receita da mamãe Fernanda Anchite)

 

1 lt de leite condensado

1\2 cx de creme de leite

1 colh de sopa de manteiga sem sal

1\2 xic de geléia de morango*

2 colh sopa de corante natural de beterraba*

 

Levar todos os ingredientes ao fogo e mexer até atingir o ponto de brigadeiro de enrolar, caso queira brigadeiro de copinho, acrescentar mais 1\2 cx de creme de leite ao final do processo.

Passar no açúcar cristal ou demerara ou nas raspas de chocolate

* Geléia de morango

1kg de morangos lavados,cortados e sem cabinho (aprox. 4 caixinhas)

5 colh sopa de açúcar

1\2 xic de agua

Levar tudo ao fogo baixo mexendo sempre até o morango cozinhar e virar um purê. Espere esfriar antes de usar

*Corante de beterraba

1 beterraba

Água suficiente para bater

Bata a beterraba picada no liquidificador com a água, se necessário, passe a mistura por uma peneira e leve ao fogo baixo para reduzir e apurar. Espere esfriar e armazene em geladeira por até 5 dias

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Aprendendo Com A Febre

Acredito que todos já receberão a informação de que só se deve levar a criança ao PS em caso de febre de 3 dias, e isso tem uma razão …
Uma febre é um alerta do corpo de que algo esta errado, e combater a febre antes mesmo de saber qual a sua causa (com exceção da febre da vacina), pode atrapalhar o diagnóstico e em geral uma virose ou infecção só vai se mostrar após uns 3 dias de febre, por isso, somos aconselhados a levar as crianças e nós mesmo ir ao PS após esse período para que os exames e avaliação do médico ocorra com mais precisão.

Peço que leiam esse artigo a baixo com muita atenção, pois é um ótimo artigo e espero que depois de ler todos fiquem mais tranquilos diante de uma febre!

A um tempo atrás li um artigo muito interessante, e como tenho recebido muitas mensagens de mãe desesperadas com a  febre acho legal compartilhar com vcs.ter

Febre: não se desespere. Apenas aprenda a observar.

Quando a febre se manisfesta nas crianças os pais entram em alerta e a maioria opta por medicar seus filhos. Isso está correto?

Em março de 2011, foi publicado no Pediatrics, o Jornal Oficial da Academia Americana de Pediatria, um artigo chamado Febre e o uso de antipiréticos em crianças, que merece ser divulgado.

Nesse artigo, os autores explicam que a febre não é uma doença e sim um mecanismo fisiológico que tem efeitos positivos quando nosso organismo tenta combater uma infecção.

Ao contrário da preocupação dos pais, a febre, por si só, não agrava a doença e não determina a gravidade dessa doença, não causa agravações neurológicas a longo prazo e, baixar a temperatura tem mais a intenção da melhora do conforto geral da criança do que normalizar a temperatura do seu corpo.

Então febre serva para alguma coisa?

Aqui, acho que vale a pena transcrever na íntegra as palavras dos autores do texto, para que não haja nenhuma dúvida quanto ao seu significado.

“A febre não é uma doença e sim um mecanismo fisiológico com efeitos benéficos no combate à infecção. A febre retarda o crescimento e reprodução de bactérias e viroses, estimula a produção de neutrófilos e proliferação de linfócitos T e ajuda na reação aguda do corpo. O nível de febre não está correlacionada sempre com gravidade da doença. Muitas febres são de curta duração, benignas, e podem realmente proteger o indivíduo. Dados mostram efeitos benéficos em certos componentes do sistema imune na febre, e alguns dados revelaram que a febre realmente ajuda o corpo a se recuperar mais rapidamente de infecções virais, mesmo que a febre possa resultar em desconforto na criança.

Efeitos benéficos em potencial da redução da febre incluem o alívio do desconforto do paciente e a redução da perda hídrica insensível, que pode diminuir a ocorrência de desidratação. Os riscos de diminuição da temperatura incluem um atraso na identificação do diagnóstico subjacente e o início do tratamento apropriado e toxicidade da droga. Não há evidências de que crianças com febre estejam em um risco maior de efeitos adversos como danos cerebrais. A febre é uma resposta fisiológica comum e normal que resulta em um aumento do “set point” hipotalâmico em resposta a pirogênios endógenos e exógenos.

O aconselhamento apropriado no manejo da febre começa por ajudar os pais a compreender que a febre, por si só, não aumenta o risco geral em uma criança saudável. Ao contrário, a febre pode realmente ser benéfica; dessa forma, a real meta da terapêutica antipirética não é simplesmente normalizar a temperatura corporal, mas melhorar o estado geral, o conforto e o bem-estar da criança.

Durante o aconselhamento da família no manejo de febre em uma criança, pediatras e outros cuidadores de saúde devem minimizar o medo de febre e enfatizar que o uso de antipiréticos não previne a convulsão febril.

Ao invés disso, os pediatras devem focar na monitoração de sinais e sintomas de doenças graves, na melhoria do conforto da criança pela manutenção da hidratação, e pela educação dos pais no uso, dosagem e estocagem segura dos antipiréticos.”

E ai? Medica-se ou não febre em crianças?

Essa é uma decisão que deve ficar a critério do pediatra que estiver acompanhando o caso, agirá embasado em seu conhecimento, nessas (nem tão) novas informações e em sua avaliação de momento.

Que fique bem claro que a medicação da febre não é uma obrigação e que ela não evitará a convulsão febril, complicação benigna, porém tão temida pelos pais.

A febre é apenas um indicativo de um processo em andamento e esse sim deve ser pesquisado, diagnosticado e tratado. Com a evolução e resolução desse quadro, a febre, juntamente com todos os outros sintomas, irá ceder.

Fonte: Clinical Report – Fever and Antipyretic Use in Children – Pediatrics – Official Journal of the American Academy of Pediatrics – volume 127 – nº 3 – março/2011 – pg 580-587.

Espero que tenham gostado =D

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Você Sabe O Que É HEMÓLISE?

Hoje vamos falar sobre a HEMÓLISE

 

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Você sabia que hemólise é um processo natural do corpo? Ou seja, eu e você, todo ser vivo hemolisa. Porém um deficiente da enzima G6PD, pode sofrer uma hemólise induzida, o que não é normal. Vamos entender tudo isso:

Hemólise (hemo = sangue; lise = quebra) é o termo utilizado para descrever o rompimento de uma hemácia — célula vermelha do corpo humano que, uma vez quebrada, libera a hemoglobina no plasma sanguíneo.

Quando em pequenas proporções, a hemólise é um processo normal do organismo. Cerca de 0,8 a 1% do total das hemácias do organismo são hemolisadas (rompem-se) diariamente. E esse processo de quebra é, em geral, compensada pela produção de novas hemácias, realizada na medula (parte central) dos ossos. Ou seja, é normal.

Hemólise induzida acontece quando um deficiente de g6pd entra em contato com algo restrito (chamados gatilhos, agente indutor), como o uso de drogas como o metildopa, alguns tipos de antibióticos e anti-inflamatórios, entre outros e certos alimentos, pois esses medicamentos podem induzir a formação de anticorpos que agirão contra as hemácias. Medicações aplicadas via endovenosa, se não diluídos corretamente, também podem causar hemólise.

A hemólise pode, ainda, ser induzida por infecções apesar do mecanismo pelo qual isto ocorre, não se encontrar totalmente entendido. A ideia de que os leucócitos podem libertar substâncias oxidantes que provocam danos nos eritrócitos durante a fagocitose, permite explicar a hemólise nalguns casos de infecções, no entanto, este mecanismo pode não estar presente em todas as variedades de infecções existentes em pessoas que tem a deficiência no G6PD.

Sintomas de Hemolise

Palidez, ictericia, fadiga (cansaço), falta de ar, batimentos acelerados, dor no abdome, nas pernas e nas costas, sonolência, falta de apetite, urina escura e aumento do baço, são alguns sintomas. Porém nem sempre os sintomas se manifestam todos juntos.

Uma hemólise pode ser severa (apresentar sintomas visíveis), como pode ser leve (não ter seus sintomas notados). No caso de uma hemolise severa os sintomas são bem claros, já em uma hemolise leve os sintomas podem ser mascarados e assim não ser notado.

Uma hemólise leve é tão perigosa quanto uma severa digo que até mais que a severa, pq uma hemólise severa é logo notada e então a todo um cuidado e investigação para a sua causa, fazendo assim com que o agente indutor da hemólise seja identificado e banido do uso pelo mesmo, mas em uma hemólise leve que passa despercebida corre-se o risco de o agente indutor continuar sendo usado, seja um medicamento ou um alimento inofensivo . Porém as hemólises seja leve ou severa ao longo prazo podem causar danos vitais a certos órgãos como fígado, baço e rim, por isso, todas as restrições devem ser seguidas a risca, o melhor remédio é a prevenção, antes deixar a guloseima com corante artificial de lado, do que lá na frente quando a criança já for um adulto se manifestar um problema de fígado, ou rim, ou baço, conheço casos assim, uma vez na página recebi uma mensagem de uma mãe que era de Portugal mãe de dos homens um de 28 anos e outro de 27 anos, ambos deficiente de g6pd, e o filho de 27 anos estava internado com problema no fígado, recebi uma mensagem daquela mãe desesperada que não entendia o que estava acontecendo com seu filho, até que depois de apresenta-lá ao senhor Dale, em uma boa conversa com ele, ela teve todas as respostas e a partir dali levou as informações para o médico que cuidava do filho dela para que o mal fosse corrigido. Quem acompanha a página a tempos vai lembrar desse caso. Quando eu bato na tecla sobre seguir TODAS as restrições não bato por querer dita regra ou definir o método de vida do seu filho, mas sim por conhecer muitos casos triste de crianças, adolescentes, adultos, com a deficiência de g6pd, que por não ter as informações corretas sofreram grandes consequências, o bem que eu quero para o meu filho é o mesmo que desejo para o filhos de vocês.

Sempre que eu falar da deficiência de g6pd aqui no blog, tentarei falar de com uma linguagem de mãe, nada de termos médicos ou linguagem complicada para o nosso entendimento, espero sempre poder ajudar!

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Tabela Corantes Restritos

Código INS dos corantes artificiais:

  • INS 102 Tartrazina
  • INS 104 Amarelo de quinoleina
  • INS 110 Amarelo crepúsculo
  • INS 123 Amaranto
  • INS 124 Pompeu 4R, vermelho AC
  • INS127 Eritrosina
  • INS 128 Vermelho 2G
  • INS 129 Vermelho 40
  • INS 131 Azul Patente
  • INS 132 Azul indigotina
  • INS133 Azul Brilhante FCF
  • INS 150b Caramelo II
  • INS 150d Caramelo IV
  • INS 142 Verde rápido
  • INS 122 Azurrubina

Código E corantes Restrito

E150b Caramelo sulfítico cáustico (OGM?) ARTIFICIAL

E150d Caramelo sulfítico de amónia (OGM?) ARTIFICIAL

E142 Verde S (PRA) ARTIFICIAL

E124 Ponceau 4R, Vermelho cochonilha A (PRA) ARTIFICIAL

E127 Eritrosina (PRA)ARTIFICIAL

E128 Vermelho 2G (PRA) ARTIFICIAL

E129 Vermelho AC (PRA) ARTIFICIAL

E131 Azul patenteado V (PRA) ARTIFICIAL

E132 Indigotina (PRA) ARTIFICIAL

E133 Azul brilhante FCF (PRA) ARTIFICIAL

E122 Carmosina, Azorubina (PRA) ARTIFICIAL

E102 Tartrazina (PRA) ARTIFICIAL

E104 Amarelo quinoleína (PRA) ARTIFICIAL

E110 Amarelo sol FCF (PRA) ARTIFICIAL

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Tabela dos corantes LIBERADOS

Códigos INS dos Corantes Naturais

  • INS 100 Curcuma curcumina
  • INS 101i  Riboflavina
  • INS 101ii  Riboflavina 5 fosfato de sódio
  • INS 120 Carmim / ácido carmínico, cochonilha
  • INS 140(i) Clorofila cúprica, sais de sódio e potássio
  • INS140(ii) Clorofilina
  • INS 141(ii) Clorofilina cúprica, sais de sódio e potássio
  • INS 150 / 150a  Caramelo I – simples
  • INS 150c Caramelo III
  • INS 160a(i) Beta caroteno (sintético – idêntico ao natural)
  • INS 160a(i) Carotenos: extratos naturais
  • INS 160b Urucum, anato, bixina, norbixina, urucú, rocú
  • INS 160c Páprica / capsorrubina/capsantina
  • INS 160d Licopeno
  • INS 160e  beta – apo – 8′ – carotenol
  • INS 161b Luteina
  • INS 161g  Cataxantina
  • INS 162 Vermelho beterraba
  • INS 163i Antocianinas (de frutas e hortaliças
  • INS163ii Casca de uva Pigmentos orgânicos e inorgânicos
  • INS 171 Dióxido de titânio
  • INS 172ii Oxido de ferro preto
  • INS 172iii Oxido de ferro vermelho
  • INS 172iii Oxido de ferro amarelo
  • INS 173 Alumínio
  • INS 174 Prata
  • INS 175 Ouro
  • INS 180 Litol rubina BK
  • INS170 Carbonato de cálcio

Corantes naturas e pigmentos orgânicos e inorgânicos são liberados, pois não são indutores de hemólise sendo assim seguros para o consumo.

Segui exemplo de como identificar os corantes nos produtos:

DANONINHO MORANGO 360G INGREDIENTES

Leite desnatado, xarope de açúcar, preparado de morango (água, frutose, polpa de morango, cálcio, fósforo, açúcar, amido modificado, zinco, vitamina E, ferro, maltodextrina, vitamina D, acidulante ácido cítrico, espessantes goma xantana, carboximetilcelulose e goma carragena, aromatizante, conservador sorbato de potássio e corante INS 120 ,creme, cálcio, cloreto de cálcio, fermento lácteo, quimosina, estabilizantes goma guar, carboximetilcelulose, goma carregena e goma xantana. CONTÉM GLÚTEN. PODE CONTER TRAÇOS DE CASTANHA DE CAJU. (O corante INS 120 é o corante natural carmim)

GUIA DE CÓDIGOS pelo SISTEMA E

Liberado

E100 Curcumina NATURAL

E101 Riboflavina (OGM?) NATURAL

E101a Riboflavina-5′-fosfato (OGM?) NATURAL

E120 Cochonilha, Ácido carmínico e carminas (PRA) (OA) NATURAL

E140 Clorofilas e clorofilinas NATURAL

E141 Complexos cúpricos de clorofila NATURAL

E150a Caramelo NATURAL

E160b Anato, bixina, norbixina (PRA) NATURAL

E160c Extracto de pimentão, capsantina e capsorubina NATURAL

E160d Licopeno (OGM?) NATURAL

E160e β-apo-8′-carotenal (C 30) NATURAL

E160f Éster etílico de ácido β-apo-8′-caroténico (C 30) NATURAL

E161b Luteína NATURAL E161g Cantaxantina (OA?) NATURAL

E162 Vermelho de beterraba NATURAL E163 Antocianina NATURAL

E160a α-Caroteno, β-caroteno, γ-caroteno NATURAL

E151 Negro PN, Negro brilhante (PRA) PIGMENTO ORGÂNICO

E153 Carvão vegetal (OGM?) (OA ? ) PIGMENTO ORGÂNICO

E154 Castanho FK (PRA) PIGMENTO ORGÂNICO

E155 Castanho HT (PRA) PIGMENTO ORGÂNICO

E170 Carbonato de cálcio, calcário PIGMENTO ORGÂNICO

E171 Dióxido de titânio PIGMENTO ORGÂNICO

E172 Óxidos e hidróxidos de ferro PIGMENTO ORGÂNICO

E173 Alumínio PIGMENTO ORGÂNICO

E174 Prata PIGMENTO ORGÂNICO

E175 Ouro PIGMENTO ORGÂNICO

E180 Litolrubina BK PIGMENTO ORGÂNICO

E150c Caramelo de amónia (OGM?) ARTIFICIAL

 

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LISTA DE MEDICAMENTOS QUE DEVEM SER EVITADOS EM PACIENTES COM DEFICIÊNCIA G6PD

ANALGÉSICOS/ANTIPIRÉTICOS CITOTÓXICOS/ANTIBACTERIANOS MISCELÂNIAS
Acetanilida Ácido Nalidixico (Wintomylon) Ácido Acetilsalicilico (AAS, Melhoral)
Acetofenetidina Ácido Para-Aminosalicilico Ácido Ascórbico (Vitamina C)
Acetominofen (Paracetamol) Ciprofloxacina
Amidopirina Cloranfenicol Ácido Para-Aminobenzóico (Complexo B10)
Antipirina Co-Trimoxazol Água Tônica
Aspirina Furazolidona Alfa Metildopa
Dipirona Furmetonol Aminopirina
Fenacetina Levofloxacina Antazolina
Piramidona Neoarsfenamina Azul de Metileno (usado em contraste)
Probenicida Nitrofurantoìna Azul de Toluidina (usado em contraste)
Nitrofurazona Bupivacaina (anestesia)
ANTIMALÁRICOS Noriloxacina Colchicina
Cloroquina Corantes Artificiais
Hidroxicloroquina SULFONAMIDAS/ SULFONAS Difenidramina (Anador,  Caladryl)
Mepacrina Dapsona Dimercaprol
Pamaquina Sulfacetamida Estreptomicina
Pentaquina Sulfametoxipirimidina Feijão de Fava
Primaquina Sulfanilamida Fenilbutazona
Quinina Sulfapiridina Fenitoina (Hidantal)
Quinocida Sulfasalazina Glibenclamida
Sulfisoxazole Isoniazida
ANTI-HISTAMINICO L-Dopa
Azatadina (Cedrin) DROGAS CARDIOVACULARES Mestranol
Bronfeniramina (Decongex Plus) Captopril Naftaleno
Cetirizina (Zyrtec) Enalapril Niridazol
Dexclorfeniramina (Polaramine) Hidralazina Piridium
Difenidramina(Anador,Notuss,Caladryl) Procainamida Pirimetamina
Hidroxina (Hixizine) Quinidina Probenicid
Loratadina (Claritin) Sulfacitina
Sulfadiazina
Sulfaguanidina
Sulfamerazina
Sulfametoxipiridazina
Trimetropim (Bactrim)
Trinitrotolueno
Tripelenamine
Urato Oxidase
Vinho Tinto
Vitamina K (Kanakion)

FONTE: DEPARTAMENTO DE HEMATOLOGIA PEDIÁTRICA DA ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA.

COLABORADORES PARTICIPANTES DO PROJETO MCQ-G6PD: DR.SERGIO AUGUSTO PERLAMAGNA (CRM: 99243), DRA ELISA COUTO PERES RIBEIRO (CRM: 125075)

 

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