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Sarampo

Doenças da Primavera

 

O Sarampo é uma doença contagiosa que ocorre com mais frequência no inverno e na primavera.

A vacinação é fundamental, para manter a atual baixa incidência da doença e é indicada a partir dos dois meses de vida (Tríplice Viral), com uma dose de reforço.

 

Fonte: goo.gl/VYeEkW

 

Publicado por: Adriana Pavanelli

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Exame de Dosagem

Exame de Dosagem
O exame para pesquisar a deficiência da Glicose 6 fosfato desidrogenase, é realizado colocando pequena porção do sangue do paciente em um papel de filtro ou o sangue coletado com um anticoagulante conhecido como EDTA. A coleta é simples, seu médico lhe dirá todas as instruções sobre como se preparar para a coleta.
Geralmente o preço do exame varia entre R$ 15,00 a 30,00 reais, depende da região do laboratório.
Uma informação importante que o paciente ou responsáveis por ele, devem passar ao atendente, é se o mesmo foi submetido a transfusão, caso tenha recebido sangue deverá aguardar pelo menos 120 dias para fazer a dosagem. Caso o paciente estiver fazendo uso do medicamento aspirina ou algum dos derivados da Vitamina K deve também avisar o laboratório.
Quando o exame é pedido?
Este tipo de exame, pode ser pedido em recém-nascidos que apresentam icterícia persistente que não pode ser explicada por outra causa e também quando a deficiência e identificada no Teste do Pezinho.
A dosagem de G6PD é feita principalmente em pacientes com sintomas de anemia (como fadiga, palidez e taquicardia) e/ou icterícia. Os exames laboratoriais mostram aumento da bilirrubina hemoglobina na urina (hemoglobinúria), diminuição da contagem de hemácias, aumento da contagem de reticulócitos e, algumas vezes, a presença de corpúsculos de Heinz nas hemácias.
O exame também pode ser feito quando foram excluídas outras causas de anemia e icterícia, mas deve ser realizado após terminar um episódio agudo de hemólise. Não deve ser pedido durante o episódio ou enquanto o paciente está em recuperação, porque apenas as hemácias mais velhas (que têm menos G6PD) são destruídas, deixando as mais novas, que têm atividade próxima do normal.  O exame deve ser repetido mais tarde se for realizado durante o período agudo.
Exames genéticos, são feitos às vezes, em uma família para identificar a mutação em mulheres portadoras, como a mãe, uma irmã ou uma filha de um homem afetado.
Que significa o resultado do exame?
Se os níveis de G6PD estiverem diminuídos, é provável que o paciente apresenta sintomas quando for submetido a estresse oxidativo. Os resultados, entretanto, não devem ser usados para prever como um paciente afetado reagirá em qualquer circunstância. A gravidade dos sintomas varia de pessoa para pessoa e entre episódios do mesmo paciente.
Se um homem tem níveis normais de G6PD, é pouco provável que apresente uma deficiência. Entretanto, se o exame foi realizado durante um episódio de anemia hemolítica, deve ser repetido algumas semanas depois, quando a população de hemácias se restabelecer e amadurecer.
Mulheres heterozigotas têm hemácias deficientes e não deficientes. Em geral, os níveis de G6PD são normais ou quase normais, e poucas apresentam sintomas. portadoras, em geral, não podem ser identificadas pela dosagem da enzima. Entretanto, mulheres homozigotas (são raras) têm diminuição significativa de G6PD.
Quando é detectada um mutação da G6PD, é provável que o paciente tenha algum grau de deficiência da enzima. Um paciente específico pode não mostrar sintomas ou pode ter crises mais ou menos graves de hemólise ou anemia crônica. Um homem afetado transmitirá a mutação para todas as suas filhas, que serão portadoras, mas não para um filho (já que este receberá o cromossomo Y do pai). Uma mulher portadora tem uma probabilidade de 50% de transmitir a mutação para seus filhos ou filhas. Uma mulher homozigota é filha de um pai afetado e de uma mãe portadora, e transmitirá a mutação para todos os seus filhos e filhas. A mutação é a mesma em pessoas da mesma família e pode ser comum em uma área geográfica.
Vamos aprender olhar um resultado de um exame de Dosagem de G6PD.
*Primeiro ponto:
Olhar o Valor de Referência do Laboratório.
Lembrando que cada Laboratório tem sua REFERÊNCIA.
*Segundo Ponto:
Olhar o Resultado do exame.
Depois de olhar esses dois pontos veja se o Resultado do exame deu acima do Valor da Referência.
Exemplo: Se o valor é Maior que o Valor da Referencia.
Se der maior, considera-se NORMAL.
Ou seja não é DEFICIENTE.
E se o Resultado der ABAIXO do Valor de Referência.
Obs: Se o Resultado for menor, considera-se DEFICIENTE da enzima G6PD.
Exemplo de um resultado exame de dosagem:
Esse é um resultado de um exame de Dosagem
Obs: Valor da Referência
7.0 a 20.5
Agora observe o Resultado do exame:
23 .1
Obs: O valor desse resultado deu acima do Valor de Referência significa que essa criança não tem a deficiência.
Outro exemplo:
Esse é um resultado de um exame de Dosagem
Obs: Valor de Referência
6.97 a 20.50
Agora observe o Resultado do exame:
Resultado 4.97
Obs: O resultado deu ABAIXO do Valor de referência .
Significa que este paciente possui a deficiência da enzima G6PD
Por ocorrer de normalizar  as enzimas em alguns teste de dosagem, porém alertamos nunca descartar a deficiência somente com o exame de dosagem .
Somente o Teste Genético Molecular te dará a certeza dos fatos.

Referencia: labtestsonline.org.br/understanding/analytes/g6pd/tab/test/

Texto escrito pela Mamãe: Elisângela Pereira
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Lista de Restrições

Para melhor entendermos a lista de substâncias restritas, segue uma breve explicação:

Encontram-se disponíveis várias listas de restrições, muitas criadas por Instituições como a APAE e a HEMORIO, por exemplo. Outras foram criadas pelos próprios médicos.

Vale dizer, que a lista sugerida pelo Projeto é uma junção de tudo isso, salientando que a mesma é constantemente atualizadas pelos médicos que nos auxiliam, são eles: Dr. Sérgio Augusto F. Perlamagna e Dra. Elisa Couto Peres Ribeiro.

Tais atualizações são realizadas através de pesquisas e relatos de hemolise por conta de certas substâncias.

Portanto, nós, Projeto Mães que Cuidam G6PD, sugerimos o uso da lista disponível em nosso Blog,  qual deve estar sempre em mãos, tanto nas consultas,  como também no dia a dia de nossos pequenos.

Segue a lista de substâncias restritas:

 

Escrito por: Adriana Pavanelli

 

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Clima Seco e as Doenças Respiratórias

 

Nessa época do ano, o ar fica muito seco devido a falta de chuvas e é onde nossa saúde pode sofrer grandes prejuízos.
Muitas doenças respiratórias como rinite alérgica, tosse, falta de ar, entre outras, resolvem nos incomodar neste período. Isso acontece porque inalamos muitas partículas poluídas presentes no ambiente.
Como forma de prevenção, é fundamental a ingestão de líquidos para obter uma melhor hidratação! Neste caso dê preferência à água! Muita água! Nada é melhor do que água!
É aconselhável tambem umidificar os ambientes. Uma boa maneira de se fazer isso é colocando bacias com água pela casa e deixando toalhas umedecidas na cabeceira da cama, durante a noite. Uma segunda sugestão que auxilia bastante na prevenção dos estados alérgicos e gripais é sempre estar atento para fazer a lavagem do nariz com soro fisiológico 0,9% ou o descongestionante nasal indicado pelo seu médico.
Desta forma, estaremos prevenindo nossas famílias de sofrer com infecções oportunistas ocasionadas pelas mudanças climáticas, proporcionando assim o bem estar e tendo a boa saúde como prioridade!

Escrito por: Adriana Pavanelli

Referência: www.imed.com.br/vivamelhor/temposeco

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Sintomas e Prevenção da Catapora

É na Primavera que os casos de crianças infectadas pelo vírus da Catapora aumentam consideravelmente, por isso, devemos sempre estar atentos aos sintomas e tomar as devidas precauções.

Os principais sintomas causados pela Catapora são: febre, mal estar e lesões na pele.

As medicações prescritas têm o intuito de amenizar o desconforto ocasionado pela doença, porém não corta o ciclo da mesma.

Sendo este, mais um motivo para se previnir através da vacina Tetrabalho Viral, disponível no Sistema Único de Saúde  (SUS).

Uma informação muito importante para os deficientes da enzima G6PD é que para o tratamento da Catapora não é aconselhável o uso do Ibuprofeno, podendo agravar o estado clínico do paciente.

Escrito por: Adriana Pavanelli

Referência: revista crescer.globo.com/bebes/saude/noticia

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Deficiência de G6PD x Uso do Acido Fólico

Antes de falarmos da Deficiência de G6PD x Uso do Ácido Fólico, vamos entender o que é o ácido fólico e sua importância para organismo.

O que é o ácido fólico?

O ácido fólico é uma vitamina, também conhecida como vitamina B9, que está presente em vários alimentos, mas que é facilmente modificada quando em contato prolongado com o oxigênio do ar ou temperatura elevada, prejudicando sua ação no organismo.


Qual a importância do ácido fólico em nosso organismo?

A presença adequada de ácido fólico é muito importante nas fases de crescimento e desenvolvimento do corpo humano. Esta vitamina participa da formação e multiplicação de todas as células, incluindo as sanguíneas e as de defesa, e da formação de proteínas.


Quais as fontes naturais de ácido fólico?

As melhores fontes de ácido fólico são:
• Fígado;
• Feijões;
• Vegetais folhosos verde-escuros (como espinafre, aspargo, brócolis);
• Carne magra;
• Batatas;
• Pão integral.

O preparo destes alimentos deve ser criterioso, pois cerca de 50 a 95% do ácido fólico é oxidado (reage com o oxigênio) e destruído quando o alimento é cozido ou processado.


Quanto de ácido fólico devo ingerir por dia?

Para cada indivíduo há uma quantidade específica de ácido fólico a ser ingerida, que depende dos níveis desta vitamina já presentes no organismo ou até mesmo de sua genética. Portanto, o médico é o profissional mais adequado para estabelecer esta dosagem.


Quais são as causas da deficiência de ácido fólico em nosso organismo?

Algumas causas de deficiência de ácido fólico são:

• Ingestão inadequada da vitamina;
• Situações que aumentam a necessidade desta vitamina pelo corpo, tais como: gravidez, anemias, doenças renais crônicas, dentre outras;
• Uso prolongado de alguns medicamentos, tais como: metotrexato (fármaco utilizado no tratamento da artrite reumatoide); anticoncepcionais, antiácidos, diuréticos, etc.;
• Uso de álcool e cigarro.


Quais são as principais consequências da deficiência de ácido fólico?

As principais consequências da deficiência desta vitamina vão desde as malformações fetais, como os defeitos de fechamento do tubo neural, e distúrbios do crescimento, até anemias e problemas relacionados ao sistema gastrointestinal, como diarreia.

Agora conhecendo melhor o Ácido Fólico e sua importância para o organismo conseguimos compreender o por que alguns hematologistas prescrevem o uso continuo do Ácido Fólico para seus pacientes com a Deficiência de G6PD. O Arthur fez uso continuo até 1 ano e meio, atualmente não faz, a hemato dele segue o padrão de que se o quadro clinico dele e os exames estão bem então não se faz necessário o uso do ácido fólico, porém caso o quadro mude ela prescreve sim o ácido fólico.

Mas, existem os hematos que prescrevem o uso do ácido fólico como forma de prevenção, visto todo beneficio e função que o ácido fólico trás para o organismo e sua maneira natural de reposição um tanto complicada de se manter, muitos hematologistas preferem fazer a prescrição do uso mesmo o quadro clinico e de exames estando normal.

Qual está correto, qual está errado?

A sua maneira cada profissional trabalha e se dedica para manter a saúde e bem estar do seu paciente, por isso digo que ambas decisões estão corretas (e afinal quem sou eu pra discordar de um profissional né? rs).

Caso seu hematologista não tenha receitado o ácido fólico isso não significa que ele esteja errado, ele apenas não viu a necessidade e com certeza no momento que precisar ele vai indicar. E se caso o seu hematologista tenha receitado ele sabe o que faz, siga as orientações e forma de uso que ele passou sem medo. 😉

Referências Bibliográficas:

– Mahan LK, ET AL. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 8ª edição. Editora Roca, 1995

– Bunduki V, et al.  Dosagem de Folatos Maternos e Fetais, Séricos e Eritrocitários em Malformações por Defeito de Fechamento do Tubo Neural no Feto. RBGO – v. 20, nº 6, 1998. Pág 335-341

– Abensur H. Deficiência de ferro na doença renal crônica. Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, 2010; 32. Pág 84-88

– RDC 269, de 22 de Setembro de 2005. Regu­lamento Técnico sobre a Ingestão Diária Recomendada (IDR) de Proteína, Vitaminas e Minerais.

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