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Clima Seco e as Doenças Respiratórias

 

Nessa época do ano, o ar fica muito seco devido a falta de chuvas e é onde nossa saúde pode sofrer grandes prejuízos.
Muitas doenças respiratórias como rinite alérgica, tosse, falta de ar, entre outras, resolvem nos incomodar neste período. Isso acontece porque inalamos muitas partículas poluídas presentes no ambiente.
Como forma de prevenção, é fundamental a ingestão de líquidos para obter uma melhor hidratação! Neste caso dê preferência à água! Muita água! Nada é melhor do que água!
É aconselhável tambem umidificar os ambientes. Uma boa maneira de se fazer isso é colocando bacias com água pela casa e deixando toalhas umedecidas na cabeceira da cama, durante a noite. Uma segunda sugestão que auxilia bastante na prevenção dos estados alérgicos e gripais é sempre estar atento para fazer a lavagem do nariz com soro fisiológico 0,9% ou o descongestionante nasal indicado pelo seu médico.
Desta forma, estaremos prevenindo nossas famílias de sofrer com infecções oportunistas ocasionadas pelas mudanças climáticas, proporcionando assim o bem estar e tendo a boa saúde como prioridade!

Escrito por: Adriana Pavanelli

Referência: www.imed.com.br/vivamelhor/temposeco

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Sintomas e Prevenção da Catapora

É na Primavera que os casos de crianças infectadas pelo vírus da Catapora aumentam consideravelmente, por isso, devemos sempre estar atentos aos sintomas e tomar as devidas precauções.

Os principais sintomas causados pela Catapora são: febre, mal estar e lesões na pele.

As medicações prescritas têm o intuito de amenizar o desconforto ocasionado pela doença, porém não corta o ciclo da mesma.

Sendo este, mais um motivo para se previnir através da vacina Tetrabalho Viral, disponível no Sistema Único de Saúde  (SUS).

Uma informação muito importante para os deficientes da enzima G6PD é que para o tratamento da Catapora não é aconselhável o uso do Ibuprofeno, podendo agravar o estado clínico do paciente.

Escrito por: Adriana Pavanelli

Referência: revista crescer.globo.com/bebes/saude/noticia

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Deficiência de G6PD x Uso do Acido Fólico

Antes de falarmos da Deficiência de G6PD x Uso do Ácido Fólico, vamos entender o que é o ácido fólico e sua importância para organismo.

O que é o ácido fólico?

O ácido fólico é uma vitamina, também conhecida como vitamina B9, que está presente em vários alimentos, mas que é facilmente modificada quando em contato prolongado com o oxigênio do ar ou temperatura elevada, prejudicando sua ação no organismo.


Qual a importância do ácido fólico em nosso organismo?

A presença adequada de ácido fólico é muito importante nas fases de crescimento e desenvolvimento do corpo humano. Esta vitamina participa da formação e multiplicação de todas as células, incluindo as sanguíneas e as de defesa, e da formação de proteínas.


Quais as fontes naturais de ácido fólico?

As melhores fontes de ácido fólico são:
• Fígado;
• Feijões;
• Vegetais folhosos verde-escuros (como espinafre, aspargo, brócolis);
• Carne magra;
• Batatas;
• Pão integral.

O preparo destes alimentos deve ser criterioso, pois cerca de 50 a 95% do ácido fólico é oxidado (reage com o oxigênio) e destruído quando o alimento é cozido ou processado.


Quanto de ácido fólico devo ingerir por dia?

Para cada indivíduo há uma quantidade específica de ácido fólico a ser ingerida, que depende dos níveis desta vitamina já presentes no organismo ou até mesmo de sua genética. Portanto, o médico é o profissional mais adequado para estabelecer esta dosagem.


Quais são as causas da deficiência de ácido fólico em nosso organismo?

Algumas causas de deficiência de ácido fólico são:

• Ingestão inadequada da vitamina;
• Situações que aumentam a necessidade desta vitamina pelo corpo, tais como: gravidez, anemias, doenças renais crônicas, dentre outras;
• Uso prolongado de alguns medicamentos, tais como: metotrexato (fármaco utilizado no tratamento da artrite reumatoide); anticoncepcionais, antiácidos, diuréticos, etc.;
• Uso de álcool e cigarro.


Quais são as principais consequências da deficiência de ácido fólico?

As principais consequências da deficiência desta vitamina vão desde as malformações fetais, como os defeitos de fechamento do tubo neural, e distúrbios do crescimento, até anemias e problemas relacionados ao sistema gastrointestinal, como diarreia.

Agora conhecendo melhor o Ácido Fólico e sua importância para o organismo conseguimos compreender o por que alguns hematologistas prescrevem o uso continuo do Ácido Fólico para seus pacientes com a Deficiência de G6PD. O Arthur fez uso continuo até 1 ano e meio, atualmente não faz, a hemato dele segue o padrão de que se o quadro clinico dele e os exames estão bem então não se faz necessário o uso do ácido fólico, porém caso o quadro mude ela prescreve sim o ácido fólico.

Mas, existem os hematos que prescrevem o uso do ácido fólico como forma de prevenção, visto todo beneficio e função que o ácido fólico trás para o organismo e sua maneira natural de reposição um tanto complicada de se manter, muitos hematologistas preferem fazer a prescrição do uso mesmo o quadro clinico e de exames estando normal.

Qual está correto, qual está errado?

A sua maneira cada profissional trabalha e se dedica para manter a saúde e bem estar do seu paciente, por isso digo que ambas decisões estão corretas (e afinal quem sou eu pra discordar de um profissional né? rs).

Caso seu hematologista não tenha receitado o ácido fólico isso não significa que ele esteja errado, ele apenas não viu a necessidade e com certeza no momento que precisar ele vai indicar. E se caso o seu hematologista tenha receitado ele sabe o que faz, siga as orientações e forma de uso que ele passou sem medo. 😉

Referências Bibliográficas:

– Mahan LK, ET AL. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 8ª edição. Editora Roca, 1995

– Bunduki V, et al.  Dosagem de Folatos Maternos e Fetais, Séricos e Eritrocitários em Malformações por Defeito de Fechamento do Tubo Neural no Feto. RBGO – v. 20, nº 6, 1998. Pág 335-341

– Abensur H. Deficiência de ferro na doença renal crônica. Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, 2010; 32. Pág 84-88

– RDC 269, de 22 de Setembro de 2005. Regu­lamento Técnico sobre a Ingestão Diária Recomendada (IDR) de Proteína, Vitaminas e Minerais.

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